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POLICIAIS FEDERAIS COMEÇAM A SER VACINADOS CONTRA A COVID-19 EM SANTA CATARINA

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Depois de muito empenho do Sindicato dos Policiais Federais de Santa Catarina, do superintendente regional da Polícia Federal no estado, Ricardo Cubas, e da assistência social da SR, os policiais federais de Santa Catarina começaram a ser vacinados nesta quinta-feira (15/4), em Florianópolis.

Nesse primeiro momento, a distribuição das doses disponibilizadas seguiu os critérios definidos na Nota Técnica nº 297/2021-CGPNI/DEIDT/SVS do Ministério da Saúde. O número está longe de atender a todo o efetivo da Polícia Federal no estado, mas o Sinpofesc segue pressionando os órgãos competentes para aumentar o número de vacinas destinadas à PF.

Ao todo, o sindicato enviou três ofícios à Secretaria Estadual de Saúde que, segundo a autarquia, já estão sendo analisados. Neles, a presidente Karin Cristina Peiter faz um levantamento do número de servidores da Polícia Federal em todo o estado e destaca a importância de imunizá-los — não só para a segurança dos servidores, mas também para a da população com o qual eles estão em contato diariamente, desempenhando várias atividades consideradas essenciais.

“Entre as atribuições dos policiais federais estão diversos serviços essenciais, como: escolta das vacinas, emissão e entrega de passaportes, atendimento a estrangeiros, controle de imigração nas fronteiras e aeroportos – impactando positivamente a economia do estado, patrulhamento marítimo; atuação em investigações e operações para combater as fraudes nos repasses ao combate da pandemia e ao auxílio emergencial, escolta de presos, entre tantas outras; muitas delas submetendo os profissionais a maior risco de exposição ao novo coronavírus”, diz a presidente em um dos ofícios, enviado há uma semana, no dia 8 de abril.

Após a aplicação das primeiras doses nesta tarde, a presidente do Sinpofesc reafirmou seu compromisso com a vacinação de todos os servidores e comemorou o progresso obtido com a união do sindicato e da SR. “Sabemos que ainda temos uma luta pela frente, mas é preciso reconhecer essa conquista. É um alento para o Sindicato saber que esses colegas estão mais protegidos. E isso é resultado do potencial que a união entre a gestão e as representações sindicais têm”, diz.

Ela também destaca que poucos estados brasileiros aderiram à vacinação de todo o efetivo da segurança pública. “Uma injustiça que esperamos corrigir aqui no estado em breve”, afirmou.

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